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Pai e mãe vocês passam fio dental no dente das crianças de vocês?  Aqui na Clinica My Way possuímos dentistas 24hr e a dúvida dos responsáveis que chegam com a crianças é a seguinte:

“Doutora, ontem o dente do meu filho era um pontinho preto e hoje está uma panela.  O que que faço doutora? Ele sempre escova os dente dele.”

Quando vamos olhar o dente da criança tem realmente uma panela e normalmente essas cáries eram entre um dente e outro, ou seja,  típica de criança que não tem o hábito de passar o fio dental.  E aí eu comecei a ligar aquele alerta vermelho aqui: Alguém tem que falar para os pais que tem que passar fio dental na boquinha dessas crianças.

Então pensando nisso, vamos ensinar uma dica de ouro pra vocês de como passar fio dental. Com um pedacinho de fio dental, nós vamos pegar o fio dental e vamos encurtá-lo no  dedo.  Com ele bem curtinho vamos aproximá-lo da região cervical, que  é essa região da gengiva, bem pertinho do dente. Faça de um lado e do outro e puxe.

Isso toda noite antes de dormir, não é fácil não.  Sabe o porquê?  Porque antes de dormir a criança diminui a salivação e a saliva é o modo que a criança  tem pra proteger esses dentinhos.  Se diminuímos a salivação, nós logicamente temos que promover a maior higiene possível  nessa criança.  E por isso que pedimos pra vocês passarem o fio dental, principalmente antes de dormir,  tá bom?

Se você tiver alguma dúvida sobre este processo ou está precisando de uma solução de um dentista para cáries. As clinicas My Way, possuem profissionais  de diversas áreas tanto para crianças como para adultos.

Mande sua mensagem clicando neste link, que logo um de nossos atendentes entrará em contato! 

5 DICAS QUE DIMINUEM AS CHANCES DE VOCÊ TER CÁRIE NO DENTE

5 DICAS QUE DIMINUEM AS CHANCES DE VOCÊ TER CÁRIE NO DENTEVocê provavelmente já ouviu falar naquele velho ditado: “é melhor prevenir do que remediar”, certo? A verdade é que essa citação faz todo o sentido quando se trata da nossa saúde bucal, afinal, muitos problemas podem se manifestar se a pessoa não souber cuidar com carinho do seu sorriso. A cárie até pode ser um problema silencioso no início, mas ao longo do tempo ela pode se tornar algo muito doloroso e incômodo, e você certamente não vai querer passar por isso. Em um bate-papo com a dentista Andressa Chuang, a especialista deu algumas dicas de como diminuir as chances das monstrinhas aparecerem e esclareceu outras abordagens sobre o assunto.

ENTENDA COMO SURGEM AS CÁRIES

“A cárie é uma doença causada por um desequilíbrio no pH bucal, que, com a ação das bactérias chamadas streptococcus mutans, causam uma desmineralização no esmalte dentário, formando as cavidades”, explica Andressa. O processo em si ocorre com a acidez salivar devido à ingestão de determinados alimentos associado à má higienização bucal, já que esse desequilíbrio favorece a bactéria e, consequentemente, o surgimento das cáries. Entretanto, é preciso ter muito cuidado, pois segundo a especialista esse quadro clínico pode trazer algumas consequências. Dor e sensibilidade são os problemas mais comuns, mas em casos mais graves, a falta de tratamento adequado pode até mesmo levar a perda do elemento dentário.

A ALIMENTAÇÃO INFLUENCIA NO APARECIMENTO DA CÁRIE

Como já foi dito, não é apenas a higiene bucal inadequada que pode provocar o surgimento das cáries. A alimentação também tem grande importância durante esse processo, pois é através dela que o cenário se torna favorável para isso. Como a profissional alerta, alimentos ricos em açúcar contribuem para o desequilíbrio do pH. E, embora muitos tenham a ideia de que o doce é o único mal, Andressa avisa que nem sempre a substância está aparente: alimentos ricos em carboidratos, como pães e massas, também contêm açúcar. “Durante o processo de digestão, esses alimentos são transformados em açúcar pelo corpo”, conta.

HÁ TRATAMENTO PARA A CÁRIE?

Felizmente, a profissional afirma que podem ser realizados diversos tratamentos – isso só vai depender da avaliação de cada caso. “Nos que são simples, pode ser feita a remoção do tecido carioso e confecção de restauração em resina composta”, conta. Já quando o quadro está mais avançado, normalmente indica-se o tratamento de canal; e ainda há uma terceira possibilidade, que é apenas em casos extremamente graves, onde pode ocorrer a extração dentária. Logo, a prevenção é a melhor maneira de evitar o aparecimento das cáries.

5 DICAS PARA DIMINUIR AS CHANCES DAS CÁRIES APARECEREM

1) A mais importante de todas: mantenha uma boa higiene bucal. Escovar os dentes corretamente e passar fio dental todos os dias é uma boa forma de cuidar do seu sorriso.

2) Evite o excesso de açúcar na alimentação, pois além de fazer mal à saúde no geral, isso também pode prejudicar a saúde bucal.

3) Beba bastante água! Essa substância, além de hidratar, tem a capacidade de equilibrar o pH e aumentar a produção de saliva. Isso é super importante na diminuição da acidez bucal.

4) Troque as escovas de dente de tempos em tempos, ou ao perceber que ela está muito gasta. Afinal, com o desgaste ela vai perdendo sua eficiência.

5) Visite o dentista regularmente! Além de fazer uma limpeza minuciosa, é ele que vai avaliar se sua higienização em casa está sendo realizada adequadamente e poderá tratar quaisquer alterações dentárias logo no início, evitando maiores complicações.

Este artigo tem a contribuição da especialista:
Andressa Chuang – Dentista na Belluh Odontologia Premium.
CRO-RJ: 47355

Fonte: Sorrisologia

Para driblar o coronavírus, é importante seguir todos os cuidados da quarentena à risca. Além de ficar em casa e respeitar o isolamento social, também é fundamental manter os bons hábitos de higiene para ficar longe da doença que é transmitida pela saliva e outras gotículas respiratórias. A especialista Beatriz Venturini indicou os melhores cuidados para praticar em casa e no consultório que ajudam a prevenir a COVID-19.

COMO O CORONAVÍRUS É TRANSMITIDO? ELE PODE SER TRANSMITIDO PELA BOCA?

De acordo com a dentista, o novo coronavírus é transmitido por gotículas respiratórias durante a fala, tosse e espirro, que infectam as mucosas da boca, nariz e olhos de alguém próximo. Alguns estudos demonstram que em um só espirro o vírus pode atingir até três metros de distância, através da saliva.

“Quando alguém infectado toca sua boca, olhos ou nariz, passa através de sua mão para outros indivíduos, bem como quando toca em objetos e superfícies, que posteriormente podem ser tocadas por outros”, alertou a especialista. Ela também ressalta que o vírus pode permanecer ativo por até três dias em algumas superfícies. Por isso devemos sempre lavar as mãos, utilizar o álcool gel e limpar superfícies com álcool 70 ou água sanitária.

PREVINA O CORONAVÍRUS COM HÁBITOS DE HIGIENE BUCAL

Tudo indica que a mucosa da cavidade oral pode ser uma via de alto risco potencial para a infecção do COVID-19. “Isso quer dizer que se pudermos reduzir a quantidade de vírus na boca, talvez possamos também reduzir a alta taxa de infecção”, esclareceu Beatriz. Sendo assim, a profissional indica alguns cuidados para evitar a transmissão do coronavírus:

– Capriche na escovação e na limpeza da sua língua, área onde devemos ter a maior quantidade de vírus;
– Escove dentes e língua com sua pasta de preferência, três vezes ao dia.

Lembre-se que a higiene bucal é um cuidado básico, mas importantíssimo nessa pandemia, assim como a lavagem das mãos.

SAIBA COMO PREVENIR O CORONAVÍRUS EM CASA

– Praticar uma higiene bucal completa todos os dias após às refeições;
– Lavar as mãos com grande frequência, principalmente após ter contato com uma pessoa ou objeto;
– Evitar colocar as mãos em contato com a boca, nariz e olhos;
– Usar álcool 70 gel ou líquido;
– Colocar para lavar toda roupa assim que voltar da rua e tomar um banho;
– Os objetos que chegam da rua também devem ser higienizados;

Além dos cuidados de higiene básicos com as mãos e a boca, podemos adicionar um enxaguatório bucal. Outra medida que Beatriz indica é fazer um bochecho com uma mistura de água oxigenada e água mineral. “É só diluir 1 parte da água oxigenada 10 volumes em duas partes iguais de água, bochechar e gargarejar por 30 segundos a 1 minuto, duas vezes ao dia. Depois cospe tudo”, recomendou a dentista.

E NO CONSULTÓRIO DENTÁRIO, QUAIS MEDIDAS O DENTISTA PRECISA ADOTAR?

Beatriz revela que todos os dentista devem adotar todas as medidas de biossegurança nos consultórios dentários. Entre eles estão:

– O uso de equipamento de proteção individual descartável sobre os jalecos;
– Uso de face shield (máscara plástica de acrílico);
– Realizar a descontaminação criteriosa de todo consultório dentário entre um paciente e outro.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Beatriz Venturi – Estomatologista
Rio de Janeiro – RJ
CRO-RJ: 25916

Fonte: Sorrisologia

Antes de iniciar qualquer tratamento dentário, o dentista especializado em periodontia fará um exame periodontal e examinará os dentes e as gengivas detalhadamente. Se a gengivite ou doença periodontal for diagnosticada, há várias opções de tratamento e procedimentos periodontais não-cirúrgicos e cirúrgicos para tratar a infecção, deter a retração gengival e reestruturar os dentes.

As opções de tratamento variam de acordo com a extensão da doença. Nos casos severos, e quando não for possível preservar o dente, o tratamento com implantes é o mais recomendado.

Quando os tecidos e o osso que suporta o dente são destruídos pela placa bacteriana, as gengivas se separam dos dentes formando bolsas periodontais.

Numa gengiva saudável o sulco gengival, espaço entre o dente e a gengiva, varia de 1mm a 3mm de profundidade. A medida em que a doença periodontal avança as bolsas se tornam mais profundas podendo chegar a ter mais de 7mm de profundidade.

Gengivite/ Estágio inicial da doença periodontal

Quando o sulco gengival ultrapassar 4mm de profundidade, o periodontista fará uma raspagem ou alisamento radicular (da raiz do dente), abaixo da margem gengival, para remover o biofilme oral e o tártaro (cálculo). O paciente receberá instruções para continuar o tratamento periodontal com uma boa higiene oral caseira.

Estágio moderado da doença periodontal

Quando o sulco gengival atinge de 4mm a 6mm de profundidade, é necessário fazer uma raspagem e alisamento radicular mais minucioso para remover para remover o biofilme oral e o tártaro (cálculo) da bolsa gengival. Este procedimento geralmente é feito sob anestesia local.

Estágio avançado da doença periodontal

Quando o sulco gengival atinge de 6mm a 7mm de profundidade geralmente, geralmente há perda óssea e retração gengival. A raspagem e o alisamento radicular são as principais alternativas de tratamento não-cirúrgico. Depois disso, o periodontista recomendará o tratamento cirúrgico para reduzir a profundidade do sulco.

Perda dentária

Quando há perda de um ou mais dentes devido à doença periodontal, o tratamento com implantes dentários é uma ótima opção. Se houver osso suficiente para servir de âncora à prótese dentária, o implante poderá ser colocado. No caso de perda óssea, o paciente terá que passar por um enxerto com o objetivo de preparar o osso para receber a nova prótese.

As Clínicas My Way, possui especialistas em periodontia altamente qualificados para realizar o diagnóstico, prevenção e o planejamento do tratamento periodontal. A dentista especialista em Periodontia na clínica é a Dra Carmen Mourão.

Fonte: Multi Oral

Confira dicas de como manter seus dentes saudáveis, sem se descuidar da prevenção ao COVID-19

Por conta da propagação da COVID-19, os órgãos de saúde recomendam procurar atendimento em postos de saúde só em caso de urgência. O mesmo se aplica a ida ao dentista. Mesmo que os consultórios sigam as normas para evitar propagação do coronavírus, o paciente só deve procurar o dentista em casos urgentes, como de dor aguda, fratura no dente ou trauma na gengiva.

Além disso, a principal forma de contágio do novo coronavírus é através da saliva. Quando alguém em casa estiver com sintomas da doença é importante separar pasta de dente, sabonete e toalha do restante da família. A escova de dentes também deve ser armazenada em local diferente das escovas dos familiares.

As pesquisas recentes apontam que o vírus pode sobreviver até três dias em superfícies de aço e plástico. Por conta disso, lavar bem as mãos e os pulsos antes de iniciar a escovação é fundamental para evitar o contágio. Confira outras orientações básicas para manter sua saúde bucal:

  • Escove os dentes e a língua após as principais refeições, tendo o cuidado de nunca dormir sem fazer a higiene bucal: escovação e uso do fio dental.
  • Não escove os dentes de qualquer jeito, realize a técnica de forma correta. Não pressione muito a escova sobre os dentes, procure fazer movimentos circulares e não retos, evitando agredir a gengiva.
  • Escolha corretamente a escova de dentes: ela deve ter cerdas macias, o cabo reto e a cabeça pequena, para facilitar a limpeza em todos os dentes, inclusive aqueles de difícil alcance. Já o creme dental deve conter flúor e possuir, preferencialmente, de baixa abrasividade para evitar o desgaste do esmalte. Troque a escova a cada três meses.
  • O uso do fio dental é fundamental para remover resíduos alimentares que se depositam entre os dentes e não saem na escovação.
  • Para evitar o mau hálito, coma mais vegetais e frutas, beba bastante água e não fique em jejum por um longo período de tempo.
  • Nunca compartilhe sua escova de dentes, nem que seja com alguém muito próximo a você.
  • Guarde sua escova em local fechado ou use protetor e estojo de proteção.
  • O excesso de bebidas ácidas, como refrigerantes e energéticos, pode causar o desgaste da camada externa do dente. Além de evitar o consumo frequente, é importante escovar bem os dentes após ingestão dessas bebidas.
  • Dores dentais costumam ser o principal indício do aparecimento de cáries ou outras complicações. Dessa forma, na presença de alguma sensação dolorosa, não hesite em marcar uma consulta com o seu dentista.

Fonte: IFPB

Conheça 5 tipos de fio dental e saiba como utilizá-los corretamenteTipos de fio dental são uma importante ferramenta para combater proliferação de bactérias na boca. Além disso, o uso desses instrumentos previne a ação de cáries e o surgimento da doença periodontal, como indicam os resultados de uma pesquisa da Universidade de Nova York.

No entanto, você sabe para quem as fitas são indicadas e como atuam em cada tratamento bucal, removendo restos de alimento entre os dentes? Este texto explica tudo sobre 5 modelos diferentes!

Fora isso, entenda por que utilizar periodicamente o fio dental — seja o monofilamento, o multifilamento, o passa fio, o fio dental com haste e o super floss — e descubra, a seguir, dicas práticas para usar corretamente esse instrumento, o qual se associa à escovação dos dentes, mantendo a saúde bucal das pessoas. Comece agora mesmo a leitura e tire todas as dúvidas sobre esse assunto!

Por que utilizar periodicamente o fio dental?

A escova e o creme dental são bastante úteis para deixar os dentes mais limpos, porém, eles não são suficientes para concluir essa tarefa. Nesse sentido, os fios dentais conseguem limpar áreas que a escovação não alcança, a exemplo do espaço entre os dentes, nos quais ocorre acúmulo de alimentos e, posteriormente, formação de placa bacteriana.

A placa se forma com a multiplicação de milhões de bactérias que vivem comumente na boca, alimentando-se de restos de comida. Com o crescimento desses micro-organismos, aumenta também a produção de toxinas e ácidos, responsáveis por desmineralizar os dentes (deixando-os vulneráveis a cáries) e atacar a gengiva.

Entretanto, o uso eficiente de fio ou de fitas dentais previne a cárie e evita, ainda, inflamações na gengiva (que podem levar à doença periodontal), inchaço, vermelhidão, dor e sangramento na região.

O hábito deve ser praticado por todos, mas principalmente por pessoas com diabetes não controlado e fumantes, pois são pacientes mais susceptíveis à ação da placa bacteriana. De toda forma, são vários os tipos desse instrumento, com modelos especiais para quem faz tratamentos ortodônticos ou tem um espaço anormal entre os dentes, por exemplo.

Quais são os principais tipos de fio dental?

Até o momento, você entendeu por que usar o fio dental, que remove restos de comida entre os dentes e mantém a saúde bucal. Contudo, como esses instrumentos se diferenciam e para qual finalidade eles são indicados? Reunimos pelo menos 5 modelos que ajudarão a concluir a limpeza oral.

1. Monofilamento

O nome pode parecer complicado, mas esse tipo de fio tem um filamento único e costuma ser bastante útil para a limpeza da boca. A fita, que pode ser mais larga, a depender do tratamento indicado pelo dentista, consegue remover restos de alimento entre os dentes com mais agilidade.

Porém, esse fio tende a ser mais caro e um pouco mais rígido que os demais, não sendo indicado para pacientes com muito espaço na dentição, condição chamada de diastema.

2. Multifilamento

Por outro lado, o fio de multifilamento apresenta várias fitas, geralmente unidas em forma de cilindro. A principal indicação do modelo é para quem tem dentes muito juntos e até sobrepostos ou encavalados, já que o material é maleável e se adapta ao formato da dentição.

Porém, é preciso ter cuidado: o fio dental de nylon, como também é chamado, pode desfiar ao passar pela dentição, então o recomendado é usá-lo com bastante sutileza.

3. Passa fio

Similar a uma agulha de plástico curvada, o passa fio é indicado para quem usa aparelho fixo ou faz tratamento com próteses dentárias.

O motivo se deve ao formato do utensílio, que auxilia na limpeza de áreas com difícil acesso por causa de dispositivos ortodônticos. Com a higiene diária, os pacientes se previnem de problemas na gengiva e removem o acúmulo de restos alimentícios que gera a placa bacteriana.

4. Fio dental com haste

O fio dental com haste é feito em material plástico e tem uma extremidade curvada que dá suporte ao filamento. Na outra ponta fica um pequeno palito, que remove os alimentos na dentição sem comprometer a gengiva.

O produto desliza facilmente entre os dentes, deixando uma sensação de frescor na boca quando acompanhado de boa escovação.

5. Super floss

O fio dental super floss se divide em três partes: primeiramente, uma extremidade que permite limpeza em dispositivos ortodônticos. Depois, fibras que limpam as superfícies dentais e, por último, filamentos que não deixam restos de alimento entre dentes e gengivas.

A principal indicação é para pacientes com aparelho ortodôntico, pontes, implantes e coroas dentárias.

Como utilizar corretamente o fio dental?

Há vários modelos de fio dental, com funções distintas. Contudo, você sabe como usar essa ferramenta para saúde bucal? Para quem não utiliza o instrumento corretamente, a dica é seguir este passo a passo baseado no tipo monofilamento:

  1. enrole 40 cm do fio em cada dedo médio, para que sobre 10 cm;
  2. com o indicador e o polegar de ambas as mãos, deslize o fio entre os dentes, higienizando a região próxima às gengivas;
  3. leve o fio na base dos dentes, mas cuidado para não fazer a higienização com movimentos bruscos;
  4. faça movimentos de trás para frente e retire o fio cuidadosamente da dentição.

Muitos pacientes não fazem uso regular do fio dental e isso compromete severamente o equilíbrio oral. Para concluir o procedimento, realize a escovação de duas a três vezes por dia, ou sempre após as refeições. Sabe como ter sucesso nessa etapa?

Comece escovando a superfície mais próxima à bochecha, depois, vá até os dentes superiores e, por fim, limpe os inferiores, higienizando a parte interna da dentição. Conclua a assepsia bucal com a escovação da língua, órgão no qual muitas bactérias se acumulam.

Neste conteúdo, você aprendeu sobre os diversos fios dentais (como o monofilamento, o multifilamento, o passo fio, o fio dental com haste e o super floss), cujas propriedades ajudam a manter a boca saudável e auxiliam em tratamentos bucais. Fazendo boa higienização da boca e contando com visitas regulares ao dentista, você terá um sorriso harmônico.

Gostou do post, não é mesmo? Agora que sabe quais são os diferentes tipos de fio dental, por que utilizá-los no dia a dia e como fazer isso corretamente, aprenda a escovar os dentes com aparelho da maneira correta!

Fonte: Odonto Company

Aventais descartáveis, protetor facial e desinfecção de todo consultório. Frente à pandemia do novo coronavírus, os dentistas tiveram que acrescentar novas medidas de prevenção e controle de contágio nos atendimentos odontológicos. Como a doença se propaga via gotículas respiratórias, os profissionais estão no topo da classificação de risco de contaminação pela Covid-19. Com a adaptação, a rotina dentro e fora dos consultórios foi alterada. Sem falar nas perdas financeiras. A dentista Graziane Tabosa não consegue expressar os sentimentos neste período de incertezas. “O protocolo de segurança é difícil de ser feito sozinho, e afeta diretamente o número de atendimentos”, conta. A Clínica dos Dentes, na qual trabalha, passou por diversas modificações neste período. “Pediram para a gente usar uma roupa mais fácil de higienizar, além de aumentar a proteção visual”, explica a odontologista. A vestimenta pode ser reutilizada depois da esterilização. Para dar conta de todas as recomendações divulgadas em Nota Técnica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aos profissionais, Graziane conta com uma equipe de cinco funcionários. A higienização pós-consultas também virou um procedimento padrão. “A primeira etapa é o recolhimento de todo o material que não é descartável. A auxiliar de limpeza higieniza os objetos utilizando pano com detergente ou sabão enzimático e, depois, passa outro, úmido, para remover o produto, além de um terceiro para a secagem dos materiais”, explica. “O próximo passo é descartar em lixo cirúrgico os itens que não podem ser reutilizados e, em seguida, passar desinfetante no consultório para combater bactérias, vírus e fungos”, acrescenta. Depois do procedimento, o consultório fica mais três horas fechado para que as partículas do ar desçam. A finalização é feita com a limpeza do chão, da parede, da maçaneta, entre outros objetos. “Nas consultas com uso de aerossol, procedimento que faz com que a saliva do paciente seja expulsa, a gente faz uma limpeza ainda mais rígida”, relata a dentista. Com a rigorosidade e a prioridade em atendimentos de urgência, o número de pacientes da clínica caiu em 20%. “Agora, no total, consigo atender a dois pacientes pela manhã e dois pela tarde”, contabiliza. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF), Marco Antônio do Santos, a sugestão é que os dentistas deem preferência para os casos de emergência. “Observando as recomendações da OMS, a gente pede que os dentistas adiem os atendimentos eletivos, com o intuito de evitar a circulação de pacientes e aglomerações”, explica. O presidente também alerta para o uso correto dos materiais de proteção. “Caso o profissional não tenha os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), não deve fazer atendimento, pois pode se contaminar, além de infectar vários pacientes”, alerta. A previsão é de que os 7.580 inscritos ativos no CRO-DF sejam impactados com a crise. “A pandemia, como em todas as outras profissões, vai trazer consequências negativas na economia, isso é previsto. Uma das preocupações do conselho é conseguir linhas de créditos para esses profissionais. Estamos preocupados com os dois lados: a prevenção da doença e o financeiro do profissional”, explica. Se não fosse o apoio financeiro dos pais, o odontologista Percival Lopes teria mais dificuldade para reabrir o consultório. Há 25 dias com a clínica Stilo Oral fechada, o especialista em implantodontia, prótese dentária e periodontia conseguiu se organizar para voltar a atender. “Assim que OMS declarou pandemia, eu já estava reduzindo os atendimentos. No dia 20 de março, decidi parar por completo, porque, como tenho um recém-nascido em casa, devo evitar todo tipo de exposição”, relata. Durante a pausa, o dentista aproveitou para pedir os aparelhos necessários para proteção adequada. “Pedi a roupa impermeável, além da máscara facial”, conta. Outros procedimentos também serão implantados na clínica, como o espaçamento de uma hora entre as consultas e a proibição de acompanhantes. “Também não pretendo fazer os tratamentos eletivos inicialmente”, ressalta. Com a redução de pacientes e o custo extra com os materiais, o impacto financeiro é certo. “A roupa específica é cara e deve ser trocada a cada atendimento. Devo demorar aproximadamente dois anos para me restabelecer”, prevê Percival. Depoimento “A angústia ainda existe” No primeiro dia em que voltei a trabalhar, foi muito angustiante. A sensação era de sufocamento. Era difícil tocar em algo, ficar perto das pessoas. Ir à rua e não ver o movimento de antes foi desesperador. Fiquei sem atender a partir de 20 de março, quando o governador baixou o decreto. Voltei a trabalhar somente em 6 de abril, apenas em procedimentos de emergência, conforme recomendação do governador. Hoje ajo com cuidado e cautela, porém com um pouco mais de tranquilidade. A angústia ainda existe, mas com os cuidados que tenho tomado consigo lidar melhor com tudo. Nós, da área da saúde, somos habituados com a biossegurança e a higiene de um modo geral. O que fizemos nos consultórios onde atendo foi redobrar os cuidados. Estamos usando capotes cirúrgicos estéreis, que são, na verdade, roupas descartáveis que, geralmente, utilizamos em grandes cirurgias. Trocamos os EPIs a cada paciente, além de usarmos um protetor facial. O paciente fica protegido, pois estamos usando para cada um o que chamamos de campo cirúrgico, que também é estéril, ou seja, um lençol em cada paciente, em que fica de fora somente a boca. Isso nos dá uma sensação de maior segurança. Mesmo assim, o número de pacientes caiu antes mesmo do decreto de fechamento. Hoje, estamos retornando com os atendimentos de emergência, mas ainda tem aqueles que estão com medo, ou são do grupo de risco ou os que estão sem condições financeiras para bancar o tratamento, pois a pandemia também os afetou. A maioria dos dentistas é profissional liberal. Ganhamos pelo o que produzimos. Então, sem produzir, não recebemos. Se não recebemos, não pagamos contas e funcionários. » Fonte: Aline Corrêa,dentista clínica geral

Aventais descartáveis, protetor facial e desinfecção de todo consultório. Frente à pandemia do novo coronavírus, os dentistas tiveram que acrescentar novas medidas de prevenção e controle de contágio nos atendimentos odontológicos. Como a doença se propaga via gotículas respiratórias, os profissionais estão no topo da classificação de risco de contaminação pela Covid-19. Com a adaptação, a rotina dentro e fora dos consultórios foi alterada. Sem falar nas perdas financeiras.

A dentista Graziane Tabosa não consegue expressar os sentimentos neste período de incertezas. “O protocolo de segurança é difícil de ser feito sozinho, e afeta diretamente o número de atendimentos”, conta. A Clínica dos Dentes, na qual trabalha, passou por diversas modificações neste período. “Pediram para a gente usar uma roupa mais fácil de higienizar, além de aumentar a proteção visual”, explica a odontologista. A vestimenta pode ser reutilizada depois da esterilização.
Para dar conta de todas as recomendações divulgadas em Nota Técnica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aos profissionais, Graziane conta com uma equipe de cinco funcionários. A higienização pós-consultas também virou um procedimento padrão. “A primeira etapa é o recolhimento de todo o material que não é descartável. A auxiliar de limpeza higieniza os objetos utilizando pano com detergente ou sabão enzimático e, depois, passa outro, úmido, para remover o produto, além de um terceiro para a secagem dos materiais”, explica. “O próximo passo é descartar em lixo cirúrgico os itens que não podem ser reutilizados e, em seguida, passar desinfetante no consultório para combater bactérias, vírus e fungos”, acrescenta.
Depois do procedimento, o consultório fica mais três horas fechado para que as partículas do ar desçam. A finalização é feita com a limpeza do chão, da parede, da maçaneta, entre outros objetos. “Nas consultas com uso de aerossol, procedimento que faz com que a saliva do paciente seja expulsa, a gente faz uma limpeza ainda mais rígida”, relata a dentista. Com a rigorosidade e a prioridade em atendimentos de urgência, o número de pacientes da clínica caiu em 20%. “Agora, no total, consigo atender a dois pacientes pela manhã e dois pela tarde”, contabiliza.
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF), Marco Antônio do Santos, a sugestão é que os dentistas deem preferência para os casos de emergência. “Observando as recomendações da OMS, a gente pede que os dentistas adiem os atendimentos eletivos, com o intuito de evitar a circulação de pacientes e aglomerações”, explica. O presidente também alerta para o uso correto dos materiais de proteção. “Caso o profissional não tenha os Equipamentos de Proteção Individual  (EPIs), não deve fazer atendimento, pois pode se contaminar, além de infectar vários pacientes”, alerta.
A previsão é de que os 7.580 inscritos ativos no CRO-DF sejam impactados com a crise. “A pandemia, como em todas as outras profissões, vai trazer consequências negativas na economia, isso é previsto. Uma das preocupações do conselho é conseguir linhas de créditos para esses profissionais. Estamos preocupados com os dois lados: a prevenção da doença e o financeiro do profissional”, explica.
Se não fosse o apoio financeiro dos pais, o odontologista Percival Lopes teria mais dificuldade para reabrir o consultório. Há 25 dias com a clínica Stilo Oral fechada, o especialista em implantodontia, prótese dentária e periodontia conseguiu se organizar para voltar a atender. “Assim que OMS declarou pandemia, eu já estava reduzindo os atendimentos. No dia 20 de março, decidi parar por completo, porque, como tenho um recém-nascido em casa, devo evitar todo tipo de exposição”, relata.
Durante a pausa, o dentista aproveitou para pedir os aparelhos necessários para proteção adequada. “Pedi a roupa impermeável, além da máscara facial”, conta. Outros procedimentos também serão implantados na clínica, como o espaçamento de uma hora entre as consultas e a proibição de acompanhantes. “Também não pretendo fazer os tratamentos eletivos inicialmente”, ressalta. Com a redução de pacientes e o custo extra com os materiais, o impacto financeiro é certo. “A roupa específica é cara e deve ser trocada a cada atendimento. Devo demorar aproximadamente dois anos para me restabelecer”, prevê Percival.

Depoimento

“A angústia ainda existe”

No primeiro dia em que voltei a trabalhar, foi muito angustiante. A sensação era de sufocamento. Era difícil tocar em algo, ficar perto das pessoas. Ir à rua e não ver o movimento de antes foi desesperador. Fiquei sem atender a partir de 20 de março, quando o governador baixou o decreto. Voltei a trabalhar somente em 6 de abril, apenas em procedimentos de emergência, conforme recomendação do governador. Hoje ajo com cuidado e cautela, porém com um pouco mais de tranquilidade. A angústia ainda existe, mas com os cuidados que tenho tomado consigo lidar melhor com tudo.
Nós, da área da saúde, somos habituados com a biossegurança e a higiene de um modo geral. O que fizemos nos consultórios onde atendo foi redobrar os cuidados. Estamos usando capotes cirúrgicos estéreis, que são, na verdade, roupas descartáveis que, geralmente, utilizamos em grandes cirurgias. Trocamos os EPIs a cada paciente, além de usarmos um protetor facial. O paciente fica protegido, pois estamos usando para cada um o que chamamos de campo cirúrgico, que também é estéril, ou seja, um lençol em cada paciente, em que fica de fora somente a boca. Isso nos dá uma sensação de maior segurança. Mesmo assim, o número de pacientes caiu antes mesmo do decreto de fechamento.
Hoje, estamos retornando com os atendimentos de emergência, mas ainda tem aqueles que estão com medo, ou são do grupo de risco ou os que estão sem condições financeiras para bancar o tratamento, pois a pandemia também os afetou. A maioria dos dentistas é profissional liberal. Ganhamos pelo o que produzimos. Então, sem produzir, não recebemos. Se não recebemos, não pagamos contas e funcionários.
 
» Fonte: Aline Corrêa,dentista clínica geral

Todos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período. Perguntas Frequentes Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19? Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo. É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais. O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal. Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19? Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias. De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente? Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico. O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19? O CDC recomenda que "os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde." Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão. Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19? Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus. O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19? De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para: Sangramento descontrolado Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial. Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente: Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão) Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar Qualquer outro sintoma anormal Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19? Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso. No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social. Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros. Fonte: Colgate Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista? Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aqui

Todos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período.  Perguntas Frequentes Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19? Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo.  É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais.  O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal.  Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19? Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias.   De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente? Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico.   O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19? O CDC recomenda que "os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde." Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão.  Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19? Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus.  O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19? De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para:  Sangramento descontrolado Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial.  Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente:  Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão) Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar Qualquer outro sintoma anormal  Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19? Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso.  No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social.  Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros.  Fonte: Colgate  Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista?  Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aquiTodos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período.

Perguntas Frequentes

Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19?

Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo.

É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais.

O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal.

Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19?

Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias.


De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente?

Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico.


O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19?

O CDC recomenda que “os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde.” Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão.

Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19?

Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus.

O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19?

De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para:

  • Sangramento descontrolado
  • Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente
  • Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente

Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial.

Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente:

  • Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair
  • Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência
  • Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão)
  • Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada
  • Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar
  • Qualquer outro sintoma anormal


Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19?

Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso.

No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social.

Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros.

Fonte: Colgate

Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista?

Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aqui

Mesmo seguindo normalmente a rotina, os famosos imprevistos sempre acontecem. Uma mordida em um alimento mais duro ou uma queda surpreendente são alguns episódios que podem levar a um dente quebrado. Os dentes são estruturas extremamente fortes, entretanto, podem trincar, quebrar ou se romper. Caso esteja suspeitando que quebrou um dente, é de suma importância ir logo ao consultório de um dentista. A profissional Kalina Diniz tira dúvidas sobre o que fazer nestes momentos.

QUEBREI O DENTE, E AGORA?

De acordo com a dentista, assim que aconteceu a fratura, o primeiro passo é procurar um profissional. Vale lembrar que, caso tenha recuperado o dente, leve-o também para o consultório, pois contribuirá para a escolha de um melhor tratamento. O fragmento poderá ser analisado e diagnosticado através de um exame clínico minucioso e radiográfica. Kalina ainda explica que este procedimento contribui na avaliação do tipo de fratura, vertical ou horizontal.

O DENTE VAI NASCER DE NOVO?

A profissional é direta. “Nenhum dente cresce de novo, nem os dentes decíduos (dentes de leite) ou permanentes. Não se deve, inclusive, confundir isto com a troca do dente decíduo pelo permanente , o que é normal.”, explica a profissional.

POR QUE O DENTE QUEBRA?

A quebra de um dente pode ter diferentes causas, como por acidente (trauma dental por colisão), problemas de oclusão, contatos prematuros, quando se tornam enfraquecidos através de restaurações extensas, entre outros.

O dente também pode ter desenvolvido microfraturas e a dentista destaca alguns motivos: a cárie, que é um dos principais agentes que enfraquecem a estrutura dental; bruxismo, quando a tensão e nervosismo atuam durante o sono e o indivíduo range e aperta seus dentes; a mordida cruzada, com os dentes desalinhados podem gerar fissuras e quebrá-los; desgaste com o tempo, assim como ocorre com qualquer parte do corpo; traumas dentais, como por exemplo acidentes em geral, e reabsorções internas ou externas.

Além disso, vale destacar a importância de uma boa alimentação para toda a saúde do corpo, inclusive a dos dentes. O consumo excessivo de alimentos e bebidas cítricas pode causar desgaste no esmalte, deixando os dentes mais sensíveis e fracos, o que favorece a quebra.

QUAIS OS TIPOS DE TRATAMENTO PARA UM DENTE QUEBRADO?

Todo o procedimento escolhido e seguido dependerá de cada caso. O tratamento a ser realizado será baseado na história clínica do paciente, associada à imagem radiográfica. A dentista Kalina Diniz destacou uma sequência clínica que é, geralmente, seguida: aplicar anestesia e limpeza do local (caso seja reaproveitável), imagem radiográfica, cimentação do fragmento ou restauração em resina e acompanhamento radiográfico. No entanto, caso a fratura do dente tenha atingido a câmara pulpar (polpa) será indicado um tratamento endodôntico prévio, também conhecido como canal.

Fonte: Sorrisologia

Sabe aquela dor de cabeça chata, que não vai embora? Mesmo quando não é tão forte, ela atrapalha tudo: você trabalha mal, pouco se diverte mesmo nos momentos que deveriam ser os mais agradáveis, fica impaciente com tudo e sente até aquele mau humor, típico de quem não está conseguindo ser o seu 100%. Essa dor de cabeça pode ter várias causas possíveis – e boa parte delas podem estar associadas aos seus dentes.

Sim, a dor de cabeça pode ser resolvida no dentista! E por vários motivos diferentes, como má oclusão, bruxismo e – quem diria – até mesmo a falta de um dente. Portanto, se você sofre desse mal, faça um acompanhamento para identificar os possíveis problemas. A solução pode ser bem mais simples do que imagina.

Como a falta de um dente pode causar dor de cabeça?

Tudo está associado à ATM (articulação têmporo-mandibular), que é a articulação responsável pela abertura da boca. Ela é, na verdade, o conjunto de ligamentos, músculos de mastigação e ossos do maxilar e da mandíbula, dentes e outras estruturas.

Imagine que, quando uma pessoa perde um dente, ela acaba usando muito mais o outro lado da boca para triturar os alimentos. Sem perceber, ela está sobrecarregando a ATM. Isso é um tipo de alteração na mordida, que os dentistas chamam de má-oclusão. Como essa articulação fica perto do ouvido, quando não funciona adequadamente, acaba gerando alguns problemas, como dor de ouvido, tontura, labirintite e mesmo a dor de cabeça.

Se você perdeu um dente e sente algum desses efeitos, provavelmente um implante dentário é indicado para o seu caso. Por isso, procure um dentista para uma avaliação. Os problemas causados por essa perda podem ir além do estético.

Existem outros problemas dentários que também causam dor de cabeça?

As razões relacionadas aos dentes que levam à dor de cabeça podem ser diversas. Uma simples falha no encaixe da arcada dentária pode passar despercebido, mas sobrecarrega a mandíbula, e o resultado é aquela dorzinha que não passa.

O maior problema é que essas dores de cabeça acontecem por causa de dentes saudáveis! Segundo o Serviço de Neurologia do Hospital das Clínicas da UFMG, cerca de 80% das pessoas com enxaqueca apresentava algum tipo de disfunção temporomadibular (DTM). E como os dentes estão saudáveis e bem alinhados, esteticamente bonitos, isso acaba passando batido.

Os problemas mais comuns e que acabam gerando a dor de cabeça são o bruxismo(ranger de dentes), briquismo (apertar os dentes muito forte), problemas de má oclusão (fechamento incorreto da boca, quando a arcada superior e a inferior se encaixam de maneira inadequada) e mordida cruzada. Quem tem algum desses problemas sobrecarrega o músculo, gerando uma tensão muito concentrada na face.

A boa notícia é que a solução para alguns desses problemas é simples: o bruxismo e o briquismo são tratados com o uso de placas miorelaxantes, específicas para o músculo facial – e assim, adeus dor de cabeça.

Já a mordida cruzada ou os casos de má oclusão podem requerer tratamentos ortodônticos, como o uso de aparelhos dentários. Em alguns casos, até mesmo a cirurgia pode ser indicada. Por isso, o ideal é procurar um dentista para o diagnóstico o quanto antes! Se possível, ainda na infância. Quanto mais cedo o problema for identificado, melhores as chances do tratamento.

E é claro que uma  avaliação de um dentista não dispensa uma consulta com um médico, para avaliar se há outras razões para a dor de cabeça.