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Antes de iniciar qualquer tratamento dentário, o dentista especializado em periodontia fará um exame periodontal e examinará os dentes e as gengivas detalhadamente. Se a gengivite ou doença periodontal for diagnosticada, há várias opções de tratamento e procedimentos periodontais não-cirúrgicos e cirúrgicos para tratar a infecção, deter a retração gengival e reestruturar os dentes.

As opções de tratamento variam de acordo com a extensão da doença. Nos casos severos, e quando não for possível preservar o dente, o tratamento com implantes é o mais recomendado.

Quando os tecidos e o osso que suporta o dente são destruídos pela placa bacteriana, as gengivas se separam dos dentes formando bolsas periodontais.

Numa gengiva saudável o sulco gengival, espaço entre o dente e a gengiva, varia de 1mm a 3mm de profundidade. A medida em que a doença periodontal avança as bolsas se tornam mais profundas podendo chegar a ter mais de 7mm de profundidade.

Gengivite/ Estágio inicial da doença periodontal

Quando o sulco gengival ultrapassar 4mm de profundidade, o periodontista fará uma raspagem ou alisamento radicular (da raiz do dente), abaixo da margem gengival, para remover o biofilme oral e o tártaro (cálculo). O paciente receberá instruções para continuar o tratamento periodontal com uma boa higiene oral caseira.

Estágio moderado da doença periodontal

Quando o sulco gengival atinge de 4mm a 6mm de profundidade, é necessário fazer uma raspagem e alisamento radicular mais minucioso para remover para remover o biofilme oral e o tártaro (cálculo) da bolsa gengival. Este procedimento geralmente é feito sob anestesia local.

Estágio avançado da doença periodontal

Quando o sulco gengival atinge de 6mm a 7mm de profundidade geralmente, geralmente há perda óssea e retração gengival. A raspagem e o alisamento radicular são as principais alternativas de tratamento não-cirúrgico. Depois disso, o periodontista recomendará o tratamento cirúrgico para reduzir a profundidade do sulco.

Perda dentária

Quando há perda de um ou mais dentes devido à doença periodontal, o tratamento com implantes dentários é uma ótima opção. Se houver osso suficiente para servir de âncora à prótese dentária, o implante poderá ser colocado. No caso de perda óssea, o paciente terá que passar por um enxerto com o objetivo de preparar o osso para receber a nova prótese.

As Clínicas My Way, possui especialistas em periodontia altamente qualificados para realizar o diagnóstico, prevenção e o planejamento do tratamento periodontal. A dentista especialista em Periodontia na clínica é a Dra Carmen Mourão.

Fonte: Multi Oral

Confira dicas de como manter seus dentes saudáveis, sem se descuidar da prevenção ao COVID-19

Por conta da propagação da COVID-19, os órgãos de saúde recomendam procurar atendimento em postos de saúde só em caso de urgência. O mesmo se aplica a ida ao dentista. Mesmo que os consultórios sigam as normas para evitar propagação do coronavírus, o paciente só deve procurar o dentista em casos urgentes, como de dor aguda, fratura no dente ou trauma na gengiva.

Além disso, a principal forma de contágio do novo coronavírus é através da saliva. Quando alguém em casa estiver com sintomas da doença é importante separar pasta de dente, sabonete e toalha do restante da família. A escova de dentes também deve ser armazenada em local diferente das escovas dos familiares.

As pesquisas recentes apontam que o vírus pode sobreviver até três dias em superfícies de aço e plástico. Por conta disso, lavar bem as mãos e os pulsos antes de iniciar a escovação é fundamental para evitar o contágio. Confira outras orientações básicas para manter sua saúde bucal:

  • Escove os dentes e a língua após as principais refeições, tendo o cuidado de nunca dormir sem fazer a higiene bucal: escovação e uso do fio dental.
  • Não escove os dentes de qualquer jeito, realize a técnica de forma correta. Não pressione muito a escova sobre os dentes, procure fazer movimentos circulares e não retos, evitando agredir a gengiva.
  • Escolha corretamente a escova de dentes: ela deve ter cerdas macias, o cabo reto e a cabeça pequena, para facilitar a limpeza em todos os dentes, inclusive aqueles de difícil alcance. Já o creme dental deve conter flúor e possuir, preferencialmente, de baixa abrasividade para evitar o desgaste do esmalte. Troque a escova a cada três meses.
  • O uso do fio dental é fundamental para remover resíduos alimentares que se depositam entre os dentes e não saem na escovação.
  • Para evitar o mau hálito, coma mais vegetais e frutas, beba bastante água e não fique em jejum por um longo período de tempo.
  • Nunca compartilhe sua escova de dentes, nem que seja com alguém muito próximo a você.
  • Guarde sua escova em local fechado ou use protetor e estojo de proteção.
  • O excesso de bebidas ácidas, como refrigerantes e energéticos, pode causar o desgaste da camada externa do dente. Além de evitar o consumo frequente, é importante escovar bem os dentes após ingestão dessas bebidas.
  • Dores dentais costumam ser o principal indício do aparecimento de cáries ou outras complicações. Dessa forma, na presença de alguma sensação dolorosa, não hesite em marcar uma consulta com o seu dentista.

Fonte: IFPB

Conheça 5 tipos de fio dental e saiba como utilizá-los corretamenteTipos de fio dental são uma importante ferramenta para combater proliferação de bactérias na boca. Além disso, o uso desses instrumentos previne a ação de cáries e o surgimento da doença periodontal, como indicam os resultados de uma pesquisa da Universidade de Nova York.

No entanto, você sabe para quem as fitas são indicadas e como atuam em cada tratamento bucal, removendo restos de alimento entre os dentes? Este texto explica tudo sobre 5 modelos diferentes!

Fora isso, entenda por que utilizar periodicamente o fio dental — seja o monofilamento, o multifilamento, o passa fio, o fio dental com haste e o super floss — e descubra, a seguir, dicas práticas para usar corretamente esse instrumento, o qual se associa à escovação dos dentes, mantendo a saúde bucal das pessoas. Comece agora mesmo a leitura e tire todas as dúvidas sobre esse assunto!

Por que utilizar periodicamente o fio dental?

A escova e o creme dental são bastante úteis para deixar os dentes mais limpos, porém, eles não são suficientes para concluir essa tarefa. Nesse sentido, os fios dentais conseguem limpar áreas que a escovação não alcança, a exemplo do espaço entre os dentes, nos quais ocorre acúmulo de alimentos e, posteriormente, formação de placa bacteriana.

A placa se forma com a multiplicação de milhões de bactérias que vivem comumente na boca, alimentando-se de restos de comida. Com o crescimento desses micro-organismos, aumenta também a produção de toxinas e ácidos, responsáveis por desmineralizar os dentes (deixando-os vulneráveis a cáries) e atacar a gengiva.

Entretanto, o uso eficiente de fio ou de fitas dentais previne a cárie e evita, ainda, inflamações na gengiva (que podem levar à doença periodontal), inchaço, vermelhidão, dor e sangramento na região.

O hábito deve ser praticado por todos, mas principalmente por pessoas com diabetes não controlado e fumantes, pois são pacientes mais susceptíveis à ação da placa bacteriana. De toda forma, são vários os tipos desse instrumento, com modelos especiais para quem faz tratamentos ortodônticos ou tem um espaço anormal entre os dentes, por exemplo.

Quais são os principais tipos de fio dental?

Até o momento, você entendeu por que usar o fio dental, que remove restos de comida entre os dentes e mantém a saúde bucal. Contudo, como esses instrumentos se diferenciam e para qual finalidade eles são indicados? Reunimos pelo menos 5 modelos que ajudarão a concluir a limpeza oral.

1. Monofilamento

O nome pode parecer complicado, mas esse tipo de fio tem um filamento único e costuma ser bastante útil para a limpeza da boca. A fita, que pode ser mais larga, a depender do tratamento indicado pelo dentista, consegue remover restos de alimento entre os dentes com mais agilidade.

Porém, esse fio tende a ser mais caro e um pouco mais rígido que os demais, não sendo indicado para pacientes com muito espaço na dentição, condição chamada de diastema.

2. Multifilamento

Por outro lado, o fio de multifilamento apresenta várias fitas, geralmente unidas em forma de cilindro. A principal indicação do modelo é para quem tem dentes muito juntos e até sobrepostos ou encavalados, já que o material é maleável e se adapta ao formato da dentição.

Porém, é preciso ter cuidado: o fio dental de nylon, como também é chamado, pode desfiar ao passar pela dentição, então o recomendado é usá-lo com bastante sutileza.

3. Passa fio

Similar a uma agulha de plástico curvada, o passa fio é indicado para quem usa aparelho fixo ou faz tratamento com próteses dentárias.

O motivo se deve ao formato do utensílio, que auxilia na limpeza de áreas com difícil acesso por causa de dispositivos ortodônticos. Com a higiene diária, os pacientes se previnem de problemas na gengiva e removem o acúmulo de restos alimentícios que gera a placa bacteriana.

4. Fio dental com haste

O fio dental com haste é feito em material plástico e tem uma extremidade curvada que dá suporte ao filamento. Na outra ponta fica um pequeno palito, que remove os alimentos na dentição sem comprometer a gengiva.

O produto desliza facilmente entre os dentes, deixando uma sensação de frescor na boca quando acompanhado de boa escovação.

5. Super floss

O fio dental super floss se divide em três partes: primeiramente, uma extremidade que permite limpeza em dispositivos ortodônticos. Depois, fibras que limpam as superfícies dentais e, por último, filamentos que não deixam restos de alimento entre dentes e gengivas.

A principal indicação é para pacientes com aparelho ortodôntico, pontes, implantes e coroas dentárias.

Como utilizar corretamente o fio dental?

Há vários modelos de fio dental, com funções distintas. Contudo, você sabe como usar essa ferramenta para saúde bucal? Para quem não utiliza o instrumento corretamente, a dica é seguir este passo a passo baseado no tipo monofilamento:

  1. enrole 40 cm do fio em cada dedo médio, para que sobre 10 cm;
  2. com o indicador e o polegar de ambas as mãos, deslize o fio entre os dentes, higienizando a região próxima às gengivas;
  3. leve o fio na base dos dentes, mas cuidado para não fazer a higienização com movimentos bruscos;
  4. faça movimentos de trás para frente e retire o fio cuidadosamente da dentição.

Muitos pacientes não fazem uso regular do fio dental e isso compromete severamente o equilíbrio oral. Para concluir o procedimento, realize a escovação de duas a três vezes por dia, ou sempre após as refeições. Sabe como ter sucesso nessa etapa?

Comece escovando a superfície mais próxima à bochecha, depois, vá até os dentes superiores e, por fim, limpe os inferiores, higienizando a parte interna da dentição. Conclua a assepsia bucal com a escovação da língua, órgão no qual muitas bactérias se acumulam.

Neste conteúdo, você aprendeu sobre os diversos fios dentais (como o monofilamento, o multifilamento, o passo fio, o fio dental com haste e o super floss), cujas propriedades ajudam a manter a boca saudável e auxiliam em tratamentos bucais. Fazendo boa higienização da boca e contando com visitas regulares ao dentista, você terá um sorriso harmônico.

Gostou do post, não é mesmo? Agora que sabe quais são os diferentes tipos de fio dental, por que utilizá-los no dia a dia e como fazer isso corretamente, aprenda a escovar os dentes com aparelho da maneira correta!

Fonte: Odonto Company

Aventais descartáveis, protetor facial e desinfecção de todo consultório. Frente à pandemia do novo coronavírus, os dentistas tiveram que acrescentar novas medidas de prevenção e controle de contágio nos atendimentos odontológicos. Como a doença se propaga via gotículas respiratórias, os profissionais estão no topo da classificação de risco de contaminação pela Covid-19. Com a adaptação, a rotina dentro e fora dos consultórios foi alterada. Sem falar nas perdas financeiras. A dentista Graziane Tabosa não consegue expressar os sentimentos neste período de incertezas. “O protocolo de segurança é difícil de ser feito sozinho, e afeta diretamente o número de atendimentos”, conta. A Clínica dos Dentes, na qual trabalha, passou por diversas modificações neste período. “Pediram para a gente usar uma roupa mais fácil de higienizar, além de aumentar a proteção visual”, explica a odontologista. A vestimenta pode ser reutilizada depois da esterilização. Para dar conta de todas as recomendações divulgadas em Nota Técnica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aos profissionais, Graziane conta com uma equipe de cinco funcionários. A higienização pós-consultas também virou um procedimento padrão. “A primeira etapa é o recolhimento de todo o material que não é descartável. A auxiliar de limpeza higieniza os objetos utilizando pano com detergente ou sabão enzimático e, depois, passa outro, úmido, para remover o produto, além de um terceiro para a secagem dos materiais”, explica. “O próximo passo é descartar em lixo cirúrgico os itens que não podem ser reutilizados e, em seguida, passar desinfetante no consultório para combater bactérias, vírus e fungos”, acrescenta. Depois do procedimento, o consultório fica mais três horas fechado para que as partículas do ar desçam. A finalização é feita com a limpeza do chão, da parede, da maçaneta, entre outros objetos. “Nas consultas com uso de aerossol, procedimento que faz com que a saliva do paciente seja expulsa, a gente faz uma limpeza ainda mais rígida”, relata a dentista. Com a rigorosidade e a prioridade em atendimentos de urgência, o número de pacientes da clínica caiu em 20%. “Agora, no total, consigo atender a dois pacientes pela manhã e dois pela tarde”, contabiliza. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF), Marco Antônio do Santos, a sugestão é que os dentistas deem preferência para os casos de emergência. “Observando as recomendações da OMS, a gente pede que os dentistas adiem os atendimentos eletivos, com o intuito de evitar a circulação de pacientes e aglomerações”, explica. O presidente também alerta para o uso correto dos materiais de proteção. “Caso o profissional não tenha os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), não deve fazer atendimento, pois pode se contaminar, além de infectar vários pacientes”, alerta. A previsão é de que os 7.580 inscritos ativos no CRO-DF sejam impactados com a crise. “A pandemia, como em todas as outras profissões, vai trazer consequências negativas na economia, isso é previsto. Uma das preocupações do conselho é conseguir linhas de créditos para esses profissionais. Estamos preocupados com os dois lados: a prevenção da doença e o financeiro do profissional”, explica. Se não fosse o apoio financeiro dos pais, o odontologista Percival Lopes teria mais dificuldade para reabrir o consultório. Há 25 dias com a clínica Stilo Oral fechada, o especialista em implantodontia, prótese dentária e periodontia conseguiu se organizar para voltar a atender. “Assim que OMS declarou pandemia, eu já estava reduzindo os atendimentos. No dia 20 de março, decidi parar por completo, porque, como tenho um recém-nascido em casa, devo evitar todo tipo de exposição”, relata. Durante a pausa, o dentista aproveitou para pedir os aparelhos necessários para proteção adequada. “Pedi a roupa impermeável, além da máscara facial”, conta. Outros procedimentos também serão implantados na clínica, como o espaçamento de uma hora entre as consultas e a proibição de acompanhantes. “Também não pretendo fazer os tratamentos eletivos inicialmente”, ressalta. Com a redução de pacientes e o custo extra com os materiais, o impacto financeiro é certo. “A roupa específica é cara e deve ser trocada a cada atendimento. Devo demorar aproximadamente dois anos para me restabelecer”, prevê Percival. Depoimento “A angústia ainda existe” No primeiro dia em que voltei a trabalhar, foi muito angustiante. A sensação era de sufocamento. Era difícil tocar em algo, ficar perto das pessoas. Ir à rua e não ver o movimento de antes foi desesperador. Fiquei sem atender a partir de 20 de março, quando o governador baixou o decreto. Voltei a trabalhar somente em 6 de abril, apenas em procedimentos de emergência, conforme recomendação do governador. Hoje ajo com cuidado e cautela, porém com um pouco mais de tranquilidade. A angústia ainda existe, mas com os cuidados que tenho tomado consigo lidar melhor com tudo. Nós, da área da saúde, somos habituados com a biossegurança e a higiene de um modo geral. O que fizemos nos consultórios onde atendo foi redobrar os cuidados. Estamos usando capotes cirúrgicos estéreis, que são, na verdade, roupas descartáveis que, geralmente, utilizamos em grandes cirurgias. Trocamos os EPIs a cada paciente, além de usarmos um protetor facial. O paciente fica protegido, pois estamos usando para cada um o que chamamos de campo cirúrgico, que também é estéril, ou seja, um lençol em cada paciente, em que fica de fora somente a boca. Isso nos dá uma sensação de maior segurança. Mesmo assim, o número de pacientes caiu antes mesmo do decreto de fechamento. Hoje, estamos retornando com os atendimentos de emergência, mas ainda tem aqueles que estão com medo, ou são do grupo de risco ou os que estão sem condições financeiras para bancar o tratamento, pois a pandemia também os afetou. A maioria dos dentistas é profissional liberal. Ganhamos pelo o que produzimos. Então, sem produzir, não recebemos. Se não recebemos, não pagamos contas e funcionários. » Fonte: Aline Corrêa,dentista clínica geral

Aventais descartáveis, protetor facial e desinfecção de todo consultório. Frente à pandemia do novo coronavírus, os dentistas tiveram que acrescentar novas medidas de prevenção e controle de contágio nos atendimentos odontológicos. Como a doença se propaga via gotículas respiratórias, os profissionais estão no topo da classificação de risco de contaminação pela Covid-19. Com a adaptação, a rotina dentro e fora dos consultórios foi alterada. Sem falar nas perdas financeiras.

A dentista Graziane Tabosa não consegue expressar os sentimentos neste período de incertezas. “O protocolo de segurança é difícil de ser feito sozinho, e afeta diretamente o número de atendimentos”, conta. A Clínica dos Dentes, na qual trabalha, passou por diversas modificações neste período. “Pediram para a gente usar uma roupa mais fácil de higienizar, além de aumentar a proteção visual”, explica a odontologista. A vestimenta pode ser reutilizada depois da esterilização.
Para dar conta de todas as recomendações divulgadas em Nota Técnica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aos profissionais, Graziane conta com uma equipe de cinco funcionários. A higienização pós-consultas também virou um procedimento padrão. “A primeira etapa é o recolhimento de todo o material que não é descartável. A auxiliar de limpeza higieniza os objetos utilizando pano com detergente ou sabão enzimático e, depois, passa outro, úmido, para remover o produto, além de um terceiro para a secagem dos materiais”, explica. “O próximo passo é descartar em lixo cirúrgico os itens que não podem ser reutilizados e, em seguida, passar desinfetante no consultório para combater bactérias, vírus e fungos”, acrescenta.
Depois do procedimento, o consultório fica mais três horas fechado para que as partículas do ar desçam. A finalização é feita com a limpeza do chão, da parede, da maçaneta, entre outros objetos. “Nas consultas com uso de aerossol, procedimento que faz com que a saliva do paciente seja expulsa, a gente faz uma limpeza ainda mais rígida”, relata a dentista. Com a rigorosidade e a prioridade em atendimentos de urgência, o número de pacientes da clínica caiu em 20%. “Agora, no total, consigo atender a dois pacientes pela manhã e dois pela tarde”, contabiliza.
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF), Marco Antônio do Santos, a sugestão é que os dentistas deem preferência para os casos de emergência. “Observando as recomendações da OMS, a gente pede que os dentistas adiem os atendimentos eletivos, com o intuito de evitar a circulação de pacientes e aglomerações”, explica. O presidente também alerta para o uso correto dos materiais de proteção. “Caso o profissional não tenha os Equipamentos de Proteção Individual  (EPIs), não deve fazer atendimento, pois pode se contaminar, além de infectar vários pacientes”, alerta.
A previsão é de que os 7.580 inscritos ativos no CRO-DF sejam impactados com a crise. “A pandemia, como em todas as outras profissões, vai trazer consequências negativas na economia, isso é previsto. Uma das preocupações do conselho é conseguir linhas de créditos para esses profissionais. Estamos preocupados com os dois lados: a prevenção da doença e o financeiro do profissional”, explica.
Se não fosse o apoio financeiro dos pais, o odontologista Percival Lopes teria mais dificuldade para reabrir o consultório. Há 25 dias com a clínica Stilo Oral fechada, o especialista em implantodontia, prótese dentária e periodontia conseguiu se organizar para voltar a atender. “Assim que OMS declarou pandemia, eu já estava reduzindo os atendimentos. No dia 20 de março, decidi parar por completo, porque, como tenho um recém-nascido em casa, devo evitar todo tipo de exposição”, relata.
Durante a pausa, o dentista aproveitou para pedir os aparelhos necessários para proteção adequada. “Pedi a roupa impermeável, além da máscara facial”, conta. Outros procedimentos também serão implantados na clínica, como o espaçamento de uma hora entre as consultas e a proibição de acompanhantes. “Também não pretendo fazer os tratamentos eletivos inicialmente”, ressalta. Com a redução de pacientes e o custo extra com os materiais, o impacto financeiro é certo. “A roupa específica é cara e deve ser trocada a cada atendimento. Devo demorar aproximadamente dois anos para me restabelecer”, prevê Percival.

Depoimento

“A angústia ainda existe”

No primeiro dia em que voltei a trabalhar, foi muito angustiante. A sensação era de sufocamento. Era difícil tocar em algo, ficar perto das pessoas. Ir à rua e não ver o movimento de antes foi desesperador. Fiquei sem atender a partir de 20 de março, quando o governador baixou o decreto. Voltei a trabalhar somente em 6 de abril, apenas em procedimentos de emergência, conforme recomendação do governador. Hoje ajo com cuidado e cautela, porém com um pouco mais de tranquilidade. A angústia ainda existe, mas com os cuidados que tenho tomado consigo lidar melhor com tudo.
Nós, da área da saúde, somos habituados com a biossegurança e a higiene de um modo geral. O que fizemos nos consultórios onde atendo foi redobrar os cuidados. Estamos usando capotes cirúrgicos estéreis, que são, na verdade, roupas descartáveis que, geralmente, utilizamos em grandes cirurgias. Trocamos os EPIs a cada paciente, além de usarmos um protetor facial. O paciente fica protegido, pois estamos usando para cada um o que chamamos de campo cirúrgico, que também é estéril, ou seja, um lençol em cada paciente, em que fica de fora somente a boca. Isso nos dá uma sensação de maior segurança. Mesmo assim, o número de pacientes caiu antes mesmo do decreto de fechamento.
Hoje, estamos retornando com os atendimentos de emergência, mas ainda tem aqueles que estão com medo, ou são do grupo de risco ou os que estão sem condições financeiras para bancar o tratamento, pois a pandemia também os afetou. A maioria dos dentistas é profissional liberal. Ganhamos pelo o que produzimos. Então, sem produzir, não recebemos. Se não recebemos, não pagamos contas e funcionários.
 
» Fonte: Aline Corrêa,dentista clínica geral

Todos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período. Perguntas Frequentes Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19? Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo. É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais. O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal. Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19? Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias. De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente? Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico. O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19? O CDC recomenda que "os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde." Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão. Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19? Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus. O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19? De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para: Sangramento descontrolado Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial. Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente: Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão) Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar Qualquer outro sintoma anormal Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19? Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso. No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social. Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros. Fonte: Colgate Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista? Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aqui

Todos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período.  Perguntas Frequentes Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19? Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo.  É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais.  O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal.  Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19? Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias.   De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente? Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico.   O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19? O CDC recomenda que "os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde." Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão.  Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19? Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus.  O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19? De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para:  Sangramento descontrolado Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial.  Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente:  Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão) Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar Qualquer outro sintoma anormal  Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19? Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso.  No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social.  Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros.  Fonte: Colgate  Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista?  Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aquiTodos nós temos monitorado as notícias mais recentes sobre a COVID-19 e o impacto que continua a ter sobre nossas comunidades, bairros e famílias. Entendemos que este é um momento estressante. Talvez, você não consiga visitar seu dentista para limpezas, restaurações e coroas de rotina, ou pode estar preocupado em procurar ajuda se tiver dor de dente intensa, inchaço ou outra emergência odontológica. Para ajudar a esclarecer esses pontos e certificar que você tenha respostas confiáveis, criamos uma lista com as dúvidas mais frequentes para ajudá-lo a cuidar da sua saúde bucal durante esse período.

Perguntas Frequentes

Uma boa higiene bucal pode prevenir a COVID-19?

Embora ainda estejamos aprendendo mais sobre a COVID-19 e sua propagação, atualmente não há evidências indicando que a COVID-19 possa ser prevenido com uma boa higiene bucal. No entanto, sabemos que ter uma boa higiene bucal pode reduzir doenças dentárias como cáries e periodontite, e que manter uma boa saúde bucal tem um impacto positivo na sua saúde como um todo.

É importante observar que vírus respiratórios, como o que causa a COVID-19, se iniciam e se espalham na cavidade nasal, na cavidade oral e na garganta. Tocar os olhos também pode ser uma fonte de transmissão. Praticar uma boa higiene bucal não afetará a transmissão para esses locais.

O Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) tem uma série de recomendações sobre como proteger a si e aos outros da COVID-19. No entanto, essas recomendações não incluem práticas de higiene bucal como medida preventiva. Se você e sua família estão ficando em casa para ajudar a prevenir a propagação, além das medidas recomendadas pelo CDC, aproveite a oportunidade para incentivar as crianças a desenvolverem bons hábitos de higiene bucal.

Devo trocar ou desinfetar minha escova de dentes, caso tenha tido COVID-19?

Limpar sua escova após cada uso é uma ótima prática. Se você está se recuperando de uma doença, inclusive se seu teste deu positivo ou se você acredita ter tido COVID-19, é recomendável trocar sua escova de dentes. Se você não puder trocá-la, considere desinfetar a cabeça da escova para ajudar a reduzir a quantidade bactérias.


De quais sintomas orais da COVID-19 devo estar ciente?

Segundo o CDC, pessoas com COVID-19 relataram uma ampla gama de sintomas 2 a 14 dias após a exposição ao vírus, incluindo tosse, dores e desconfortos, febre e perda de paladar e olfato. Atualmente, é difícil afirmar que tipo de manifestações orais resultarão à medida que a doença e os sintomas continuam a evoluir. Além disso, muitos sintomas orais podem ser causados por outras doenças ou alergias. Se você acha que foi exposto à COVID-19, entre em contato com seu médico.


O que os dentistas estão fazendo para prevenir a COVID-19?

O CDC recomenda que “os serviços sejam limitados a visitas de emergência somente durante esse período da pandemia. Essas ações ajudam a equipe e os pacientes a se manterem seguros, preservam equipamentos de proteção individual e suprimentos de assistência ao paciente e expandem a capacidade disponível do sistema de saúde.” Se o seu dentista determinar que você precisa de uma consulta pessoal, siga as instruções do dentista para reduzir o risco de transmissão.

Devo ir ao dentista durante o surto da COVID-19?

Não, apenas vá ao dentista se for uma emergência. Buscando dicas de cuidados odontológicos relacionados ao coronavírus? Você pode ligar para o seu dentista para que ele o ajude a avaliar se a sua doença dentária se enquadra nas categorias de urgência ou emergência. Mesmo se o consultório do seu dentista estiver fechado, pode haver um número de emergência ou instruções de contato disponíveis na mensagem do correio de voz. Abaixo, seguem algumas dicas sobre como lidar com doenças dentárias não emergenciais para melhor auxiliá-lo a cuidar dos seus dentes com segurança durante a pandemia do coronavírus.

O que caracteriza uma emergência odontológica durante a pandemia da COVID-19?

De acordo com as orientações gerais da Associação Americana de Dentistas (ADA, na sigla em inglês), uma emergência odontológica é aquela que potencialmente representa um risco à vida e que requer tratamento imediato para:

  • Sangramento descontrolado
  • Infeccção bacteriana que pode comprometer as vias respiratórias do paciente
  • Trauma envolvendo ossos faciais, potencialmente comprometendo as vias respiratórias do paciente

Tratamento odontológico urgente são aquelas condições que requerem atenção imediata para aliviar a dor ou o risco de infecção. A ADA recomenda que os dentistas usem sua experiência profissional para determinar se um paciente necessita de algum cuidado urgente ou emergencial.

Nós entendemos que as diferentes respostas federais, estaduais e locais à atual pandemia da COVID-19 podem fazer com que as pessoas se sintam inseguras quanto ao que se caracteriza como atendimento odontológico urgente ou emergência odontológica. Aqui estão algumas situações em que você deve contatar o seu dentista imediatamente:

  • Se um pedaço grande do dente ou o dente inteiro cair
  • Há aparente dano no nervo, como uma sensação de dormência
  • Você está com sinais de abcesso ou infecção (dor, inchação, quente ao toque e vermelhidão)
  • Se suspeita que você ou outra pessoa está com a mandíbula quebrada
  • Se você recentemente foi submetido a um tratamento de canal e está preocupado com o nível de dor, inchaço ou mal-estar
  • Qualquer outro sintoma anormal


Zinco pode matar o vírus que causa a COVID-19?

Não, o zinco não pode matar o vírus COVID-19. Vamos começar com o básico. O zinco é um mineral essencial, conhecido por suas propriedades antibacterianas e desempenha um papel crucial em nosso corpo, inclusive para manter o sistema imunológico saudável. Além disso, o zinco está naturalmente presente em nossas bocas e o zinco incluído na pasta de dente é seguro para uso.

No entanto, o uso de zinco para matar ou prevenir o vírus COVID-19 não foi analisado nem validado. A melhor maneira de ajudar a se proteger contra a COVID-19 é lavar as mãos, seguir as diretrizes do Centro de Controle e Preveção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) e praticar o distanciamento social.

Esperamos que essas dicas sejam úteis, para que vocês possam cuidar melhor de si mesmos e uns dos outros.

Fonte: Colgate

Em tempos de Pandemia, você precisa ir ao dentista?

Fique tranquilo! As Clinicas My Way estão seguindo todos os protocolos de segurança, orientados pelos orgão regulamentadores. Quer saber mais? Clique aqui

Mesmo seguindo normalmente a rotina, os famosos imprevistos sempre acontecem. Uma mordida em um alimento mais duro ou uma queda surpreendente são alguns episódios que podem levar a um dente quebrado. Os dentes são estruturas extremamente fortes, entretanto, podem trincar, quebrar ou se romper. Caso esteja suspeitando que quebrou um dente, é de suma importância ir logo ao consultório de um dentista. A profissional Kalina Diniz tira dúvidas sobre o que fazer nestes momentos.

QUEBREI O DENTE, E AGORA?

De acordo com a dentista, assim que aconteceu a fratura, o primeiro passo é procurar um profissional. Vale lembrar que, caso tenha recuperado o dente, leve-o também para o consultório, pois contribuirá para a escolha de um melhor tratamento. O fragmento poderá ser analisado e diagnosticado através de um exame clínico minucioso e radiográfica. Kalina ainda explica que este procedimento contribui na avaliação do tipo de fratura, vertical ou horizontal.

O DENTE VAI NASCER DE NOVO?

A profissional é direta. “Nenhum dente cresce de novo, nem os dentes decíduos (dentes de leite) ou permanentes. Não se deve, inclusive, confundir isto com a troca do dente decíduo pelo permanente , o que é normal.”, explica a profissional.

POR QUE O DENTE QUEBRA?

A quebra de um dente pode ter diferentes causas, como por acidente (trauma dental por colisão), problemas de oclusão, contatos prematuros, quando se tornam enfraquecidos através de restaurações extensas, entre outros.

O dente também pode ter desenvolvido microfraturas e a dentista destaca alguns motivos: a cárie, que é um dos principais agentes que enfraquecem a estrutura dental; bruxismo, quando a tensão e nervosismo atuam durante o sono e o indivíduo range e aperta seus dentes; a mordida cruzada, com os dentes desalinhados podem gerar fissuras e quebrá-los; desgaste com o tempo, assim como ocorre com qualquer parte do corpo; traumas dentais, como por exemplo acidentes em geral, e reabsorções internas ou externas.

Além disso, vale destacar a importância de uma boa alimentação para toda a saúde do corpo, inclusive a dos dentes. O consumo excessivo de alimentos e bebidas cítricas pode causar desgaste no esmalte, deixando os dentes mais sensíveis e fracos, o que favorece a quebra.

QUAIS OS TIPOS DE TRATAMENTO PARA UM DENTE QUEBRADO?

Todo o procedimento escolhido e seguido dependerá de cada caso. O tratamento a ser realizado será baseado na história clínica do paciente, associada à imagem radiográfica. A dentista Kalina Diniz destacou uma sequência clínica que é, geralmente, seguida: aplicar anestesia e limpeza do local (caso seja reaproveitável), imagem radiográfica, cimentação do fragmento ou restauração em resina e acompanhamento radiográfico. No entanto, caso a fratura do dente tenha atingido a câmara pulpar (polpa) será indicado um tratamento endodôntico prévio, também conhecido como canal.

Fonte: Sorrisologia

Sabe aquela dor de cabeça chata, que não vai embora? Mesmo quando não é tão forte, ela atrapalha tudo: você trabalha mal, pouco se diverte mesmo nos momentos que deveriam ser os mais agradáveis, fica impaciente com tudo e sente até aquele mau humor, típico de quem não está conseguindo ser o seu 100%. Essa dor de cabeça pode ter várias causas possíveis – e boa parte delas podem estar associadas aos seus dentes.

Sim, a dor de cabeça pode ser resolvida no dentista! E por vários motivos diferentes, como má oclusão, bruxismo e – quem diria – até mesmo a falta de um dente. Portanto, se você sofre desse mal, faça um acompanhamento para identificar os possíveis problemas. A solução pode ser bem mais simples do que imagina.

Como a falta de um dente pode causar dor de cabeça?

Tudo está associado à ATM (articulação têmporo-mandibular), que é a articulação responsável pela abertura da boca. Ela é, na verdade, o conjunto de ligamentos, músculos de mastigação e ossos do maxilar e da mandíbula, dentes e outras estruturas.

Imagine que, quando uma pessoa perde um dente, ela acaba usando muito mais o outro lado da boca para triturar os alimentos. Sem perceber, ela está sobrecarregando a ATM. Isso é um tipo de alteração na mordida, que os dentistas chamam de má-oclusão. Como essa articulação fica perto do ouvido, quando não funciona adequadamente, acaba gerando alguns problemas, como dor de ouvido, tontura, labirintite e mesmo a dor de cabeça.

Se você perdeu um dente e sente algum desses efeitos, provavelmente um implante dentário é indicado para o seu caso. Por isso, procure um dentista para uma avaliação. Os problemas causados por essa perda podem ir além do estético.

Existem outros problemas dentários que também causam dor de cabeça?

As razões relacionadas aos dentes que levam à dor de cabeça podem ser diversas. Uma simples falha no encaixe da arcada dentária pode passar despercebido, mas sobrecarrega a mandíbula, e o resultado é aquela dorzinha que não passa.

O maior problema é que essas dores de cabeça acontecem por causa de dentes saudáveis! Segundo o Serviço de Neurologia do Hospital das Clínicas da UFMG, cerca de 80% das pessoas com enxaqueca apresentava algum tipo de disfunção temporomadibular (DTM). E como os dentes estão saudáveis e bem alinhados, esteticamente bonitos, isso acaba passando batido.

Os problemas mais comuns e que acabam gerando a dor de cabeça são o bruxismo(ranger de dentes), briquismo (apertar os dentes muito forte), problemas de má oclusão (fechamento incorreto da boca, quando a arcada superior e a inferior se encaixam de maneira inadequada) e mordida cruzada. Quem tem algum desses problemas sobrecarrega o músculo, gerando uma tensão muito concentrada na face.

A boa notícia é que a solução para alguns desses problemas é simples: o bruxismo e o briquismo são tratados com o uso de placas miorelaxantes, específicas para o músculo facial – e assim, adeus dor de cabeça.

Já a mordida cruzada ou os casos de má oclusão podem requerer tratamentos ortodônticos, como o uso de aparelhos dentários. Em alguns casos, até mesmo a cirurgia pode ser indicada. Por isso, o ideal é procurar um dentista para o diagnóstico o quanto antes! Se possível, ainda na infância. Quanto mais cedo o problema for identificado, melhores as chances do tratamento.

E é claro que uma  avaliação de um dentista não dispensa uma consulta com um médico, para avaliar se há outras razões para a dor de cabeça.

A ansiedade, as mão suadas e a inquietação estão sempre com seu filho na sala de espera do dentista? Se sim, como você deve imaginar, essa não é uma situação rara. O medo de dentista é algo comum entre as crianças e, inclusive, entre alguns adultos. É também comum que os pais não saibam lidar com essa situação em um primeiro momento, afinal, superar um medo não é uma tarefa fácil, muito menos rápida. Mas, o que fazer para perder o medo do dentista?

Ainda que levar seu filho ao odontopediatra desde cedo seja o melhor caminho para que as consultas se tornem algo comum e corriqueiro, algumas crianças podem se sentir pressionadas, ansiosas e não colaborar com o tratamento.

No entanto, você deve ficar despreocupado: felizmente, existe uma série de técnicas que auxiliam a reverter esse quadro. A seguir, conheça 8 dicas de como perder o medo do dentista e transformar as consultas de seu filho em algo simples, tranquilo e até prazeroso:

1. Converse com seu filho

Se a criança já tem uma resistência ao dentista, conversar em casa e antes de cada consulta é o melhor remédio. Procure entender o que exatamente o assusta e o porquê desse medo. Mantenha a calma e explique para ele a importância e os benefícios de ir ao dentista.

Estimular a conversa sobre os medos e inseguranças é sempre de extrema importância. Coloque-se no lugar de seu filho: aceite suas fobias como reais e ajude-o a superá-las. Além disso, apoie, dê assistência quando ele não conseguir fazer algo sozinho e mostre que nada é impossível, nem mesmo superar um medo.

2. Fale sempre a verdade

O desconhecido pode causar preocupação e ansiedade. Falar a verdade e comprová-la passará mais confiança ao seu filho e ele, por sua vez, saberá que o que você diz realmente acontece. Dessa maneira, quando for conversar sobre o dentista, seja sincero e calmo.

Tentar enganar a criança definitivamente não é uma boa ideia. Se você esconder a visita ao odontopediatra, ou falar que o motor não será utilizado em procedimentos que necessitam desse equipamento, pode ser que seu filho perca a confiança que tem em você e sinta muito mais ansiedade por isso.

Mesmo que não seja uma consulta de rotina, diga que o médico passa “remedinhos” antes de fazer qualquer coisa, para que não haja dor ou desconforto. Explique também a importância de se cuidar dos dentes: fale que o sorriso dele ficará muito mais bonito e que ele será muito mais forte!

3. Ensine sobre a saúde bucal desde cedo

Conversar com seu filho desde pequeno sobre os dentes e a importância de escová-los é fundamental, assim como as consultas periódicas. Quando a criança é acostumada a conversar sobre a saúde bucal e já conhece o dentista, as chances de se ficar assustado diminuem.

O problema está nas crianças maiores, na faixa dos 6 ou 7 anos, que não foram educadas quanto à importância da escovação e são levadas ao odontopediatra apenas para procedimentos invasivos ou quando já estão com a dor instalada. Isso faz com que suas primeiras experiências não sejam agradáveis, deixando o caminho aberto para o surgimento do medo.

Lembre-se que as consultas de rotina têm o poder de prevenir e diagnosticar problemas dentários precocemente. Dessa maneira, são necessários poucos procedimentos dolorosos, tornando-se muito mais fácil perder o medo do dentista.

4. Dê um bom exemplo

Levar seu filho junto nas suas consultas também pode ser de grande ajuda. Assim, ele já consegue se familiarizar com o consultório, com os cheiros diferentes e com os equipamentos. Ele verá você sendo atendido e entenderá que deve ficar parado na cadeira enquanto a boca é examinada.

Crianças pequenas sofrem grande influência dos pais e absorvem suas atitudes como esponjas. Por isso, é muito importante que você também vá ao dentista e não demonstre medo, nem resistência. Aja como se fosse algo natural, importante e até prazeroso.

5. Não associe a consulta a castigo

Seu filho necessita entender que a vista ao dentista é algo necessário e que trará benefícios a ele. Associar as consultas à ameaças é um grande erro, podendo agregar diversos sentimentos ruins à figura do odontopediatra e até causar uma fobia de dentistas.

6. Escolha um dentista especializado em crianças

O odontopediatra aprende diversas técnicas para lidar com as crianças em seu consultório. O “falar, mostrar e fazer” é muito importante e aumenta muito as chances de sucesso da consulta, já que o medo, geralmente, vem do desconhecido.

Ao incluí-la, apresentar todos os instrumentos que serão utilizados e explicar os procedimentos antecipadamente para a criança, ela se sentirá uma parte importante do atendimento. Ela já sabe o que vai acontecer e conhece o que será posto em contato com a sua boca, o que diminui consideravelmente os motivos para se ter medo.

Outra ação frequentemente utilizada pelos odontopediatras são as recompensas por bom comportamento. Pequenos brinquedos, escovas novas ou qualquer outra prenda simples causam na criança uma felicidade imensa, além de serem motivos para se querer voltar ao dentista.

7. Procure um odontopediatra paciente e didático

É essencial que o dentista tenha paciência de responder, de maneira didática e prazerosa, todas as perguntas de seu filho. Existem diversos profissionais que utilizam jogos e brincadeiras lúdicas a fim de se aproximar melhor da criança.

O medo do motor, por exemplo, pode ser facilmente evitado ao mostrar o equipamento de baixa rotação na mão da criança: a peça fará cócegas e, quando for a vez de colocá-la em contato com o dente, a criança vai achar divertido sentir os dentinhos tremendo.

Além disso, ter alguém que se preocupa com seu filho, querendo cuidar dele da melhor maneira possível, traz segurança não só para a criança, mas também para os pais.

8. Tenha cuidado com as palavras

Algumas palavras causam mal estar instantâneo em crianças. “Agulha”, “sangue”, e “dor”, por exemplo, são termos que devem ser evitados. Deixe que o odontopediatra explique o procedimento: eles são treinados para isso e possuem um vocabulário específico para lidar com os pequeninos.

Utilize sempre palavras positivas, fale dos dentes fortes, bonitos e limpos. Explique que, na primeira consulta, o dentista vai avisar que todos os dentes serão contados e avaliados, provavelmente fará a limpeza e polimento dos dentes e dará instruções de escovação.

Por fim, agir com carinho, amor e calma é sempre a melhor solução. Dê importância para as inseguranças de seu filho e o ajude a superar todos os obstáculos. Lembre-se de que quanto antes você começar, mais fácil será para ele perder o medo do dentista.

 

Fonte: Qualident

CORONAVÍRUS: Até 13 Cuidados com a Saúde Bucal Para Evitar a Transmissão da Doença

CORONAVÍRUS: Até 13 Cuidados com a Saúde Bucal Para Evitar a Transmissão da DoençaOs dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) não mentem: já são quase 190 mil casos do coronavírus no mundo todo, considerando-se uma pandemia. A rápida transimssão do novo vírus se tornou uma realidade e o melhor tratamento é a prevenção da doença. Além de evitar qualquer tipo de contato, como apertos de mãos e abraços, também é importante manter os devidos cuidados com a saúde bucal. Pensando nisso, o Sorrisologia entrevistou a dentista Ana Araújo, que esclareceu as principais medidas para evitar a transmissão do COVID-19.

CUIDAR DA SAÚDE BUCAL PODE EVITAR A TRANSMISSÃO DO CORONAVÍRUS

Assim como qualquer medida de higiene, levar uma rotina adequada com escovação, uso do fio dental e do enxaguante bucal, ajuda a evitar a transmissão da doença. Sendo assim, a dentista garante: “Manter a saúde bucal em condições favoráveis, evita o crescimento de microrganismos na boca que podem circular pelo corpo e evoluir também para uma baixa imunidade”. Saiba quais medidas tomar para evitar a contaminação do corona vírus:

1. TROQUE A ESCOVA DE DENTES COM REGULARIDADE

Segundo a Drª Ana, devemos trocar as escovas de dentes após qualquer tipo de problemas de saúde, depois de ter ficado internado no hospital ou  mesmo em tempos de coronavírus. “Além disso as escovas devem ser trocadas quando as cerdas começarem a deformar ou perder a cor”. Outro cuidado importante é não emprestar a escova para outra pessoa, mesmo sendo da família!

2. NÃO COLOCAR A MÃO NA BOCA EVITA O CORONAVÍRUS

Em tempos de coronavírus, um dos cuidados mais importantes a ter é não colocar a mão na boca. “As mãos estão em contato constante com várias superfícies diferentes – ambientes, pessoas, animais – que nem sempre estão limpas. Elas absorvem todo tipo de bactérias e, sem perceber, levamos a mão à boca, nariz e olhos, que são vias de entrada para o corpo”. Sendo assim, evite esse hábito e lave as mãos constantemente.

3. BEIJOS DEVEM SER EVITADOS

Nossa boca é uma porta de entrada para várias bactérias. Por isso a dentista alerta: “Os beijos devem ser evitados neste período, pois os fluidos da boca também transmitem o vírus”.

4. ESCOVAR OS DENTES COM REGULARIDADE AJUDA A EVITAR A TRANSMISSÃO DA DOENÇA

Além de manter seus dentes brancos, longe das cáries e do tártaro, usar o fio dental e escovar os dentes também evita a transmissão da doença. “A higiene deve ser feita após o café da manhã, após o almoço e principalmente antes de dormir. Assim, conseguimos evitar a formação de um ambiente favorável para o coronavírus e outros problemas bucais”, recomendou.

OUTROS CUIDADOS PARA PREVENIR O CORONAVÍRUS:

5. Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, antes e depois de qualquer contato físico;

6. Evitar contato com alguém que tenha os sintomas do coronavírus;

7. Evitar contato com quem tenha voltado de viagem no período de 14 dias das regiões afetadas;

8. Limpar as superfícies de contato e as mãos com álcool gel;

9. Evitar aglomerações – praia, festas, eventos, transporte público;

10. Sair de casa só quando necessário – respeite o período de quarentena;

11. Caso apresente sintomas de febre ou tosse, mantenha-se em casa;

12. Ao tossir ou espirrar, evite cobrir a boca com as mãos, ao invés disso, use o cotovelo;

13. Caso persistam os sintomas e surja falta de ar constante, busque um hospital mais próximo da residência.

Fonte: Sorrisologia 

Muitos pais têm dificuldades de convencer seus filhos a escovar os dentes. Isso porque a escovação pode ser um momento chato e entediante: as crianças não gostam da sensação da escova, do gosto da pasta de dente, de parar de brincar para fazer isso…

Mas já que escovar os dentes é um hábito fundamental para a saúde, temos que incentivar os pequenos a cuidar da higiene bucal desde cedo.

Conseguir despertar nos pequenos o hábito de escovar os dentes é a resposta de “um milhão de reais”, mas é possível adotar algumas práticas, que você conhecerá a seguir.

Escovar os dentes: um hábito desde a primeira infância

Para que escovar os dentes já comece a ser um hábito desde cedo, é fundamental que os pais comecem a cuidar da dentição de seus filhos desde o surgimento do primeiro dente.

Com o nascimento dos dentes, as crianças sentem muita dor e desconforto, o que pode ser aliviado com massagens nas gengivas e uso de mordedores e colheres frias.

Quando os primeiros dentinhos aparecerem, já é hora de começar a escovar os dentes dos pequenos. Ainda que eles não possam fazer isso sozinhos até, mais ou menos, os seis anos, cuidar da dentição é muito importante para prevenir o surgimento de cáries e fazer com que seu filho adquira o hábito de cuidar da saúde bucal.

Veja algumas dicas para escovar os dentes das crianças:

  • Escolha uma escova de dente apropriada. Escovas com cerdas macias e cabo pequeno, que caiba na mão da criança, são as mais indicadas;
  • Use pasta de dente infantil, com uma concentração de flúor própria para as crianças e sabor agradável. Pasta de dente para adultos não vai fazer, necessariamente, mal ao seu filho, mas a pasta infantil é mais recomendada por ter as substâncias de que a criança precisa;
  • Não exagere na quantidade de pasta. Para um bebê com até oito dentes, apenas a metade de um grão de arroz cru já é o suficiente do produto. Se a criança tiver dentes no fundo da boca, essa porção pode ser dobrada. Quando ela aprender a cuspir, entre os 2 e 3 anos, o padrão pode ser do tamanho de um grão de ervilha. Comece a aumentar a quantidade a partir dos 5 anos;
  • Quando seu filho começar a ter dentes um ao lado do outro, já inicie o uso do fio dental para tirar restos de alimentos e remover a placa bacteriana;
  • A escovação deve ser frequente: para os bebês, duas vezes ao dia; após o primeiro ano, já é possível escovar os dentes após as refeições.

Estimulando os pequenos a escovar os dentes

Escovar os dentes pode não ser a tarefa mais empolgante da rotina das crianças e, por isso, é difícil incentivá-las a manter uma boa higiene bucal. Mas os pais devem ser insistentes e buscar maneiras de convencer os filhos de que a escovação pode ser um momento divertido e prazeroso.

A odontopediatra Lúcia Coutinho diz que a melhor estratégia é usar artifícios lúdicos para fazer desse momento especial: “A mãe pode cantar, brincar, contar quatro vezes em cada grupinho de dentes – atrás, na frente, no fundão”. Isso faz com que a criança veja a escovação como uma brincadeira e tenha mais vontade de participar.

Outra dica é que o pequeno tenha duas escovas, uma para treinar e outra para que a mãe faça uma escovação eficaz. Isso porque crianças menores costumam morder a escova e, com duas delas, não é necessário comprar escovas o tempo todo.

Além disso, explique ao seu filho desde cedo o quanto é importante ir ao dentista. A maioria dos profissionais recomenda que as crianças passem a visitar o consultório do dentista com dois anos, mas muitos pais ignoram essa recomendação, só levando a criança quando já existe algum problema – como cárie.

Mas um dentista pode auxiliar nos cuidados com a higiene bucal, falar da importância do flúor, explicar sobre como a alimentação influencia na dentição e incentivar seu filho a cuidar dos dentes. Se ele estiver acostumado com o dentista, ficará mais confortável quando precisar de um tratamento de fato.

Com paciência e dedicação, é possível fazer com que as crianças gostem de escovar os dentes – e garantir que seu filho tenha sempre um sorriso lindo e saudável!

Fonte: Hemocord